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30 abril 2013

Grão de Bico: O Grão do Bem-Estar!


O grão de bico é uma leguminosa, assim como o feijão, a lentilha e a ervilha. É um alimento fonte de proteínas, carboidratos, minerais, vitaminas e fibras, além de conter diversos compostos bioativos.

É uma verdade que o grão de bico não ocupa uma posição de destaque entre as leguminosas mais populares, mas certamente mudaria o humor de muita gente se fosse consumido com frequência por quem anda meio triste ou deprimido sem motivo aparente.

Isso porque é uma excelente fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina que, por sua vez, é um dos neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar, satisfação e confiança.

A serotonina atua no cérebro e regula o humor, o sono, o apetite, o ritmo cardíaco, a temperatura corporal, a sensibilidade à dor, os movimentos e as funções intelectuais. Hoje, a serotonina já está sendo o alvo da ação dos medicamentos utilizados no tratamento da enxaqueca, geralmente antidepressivos, de forma preventiva. 

Quando os níveis de serotonina estão baixos no organismo é comum sentir mau-humor, sonolência, irritabilidade, vontade de comer a toda hora (principalmente doces), distúrbio de concentração, entre outros.

É exatamente por estes motivos que o grão de bico ficou conhecido como o grão do bem-estar!

Outro diferencial do grão de bico é a ótima disponibilidade de ferro, isso quer dizer que o ferro contido nessa leguminosa é melhor absorvido do que o ferro existente nas outras. O mesmo acontece com as proteínas, que aparecem em quantidades muito superiores às das demais leguminosas e são totalmente digeridas pelo organismo, o que não ocorre com suas parentes.

E os benefícios não param por aí, o grão de bico é rico em fitoestrógenos e por isso já começou a ser utilizado em terapias de reposição hormonal na menopausa. Os fitoestrógenos são também conhecidos como hormônios vegetais e têm se mostrado eficazes na prevenção da osteoporose e também na melhora dos sintomas da TPM.

Além disso, pesquisas têm demonstrado que o consumo de grão de bico também pode reduzir o risco de doenças crônicas. Esse efeito é atribuído à quantidade de fibras, compostos bioativos (especialmente fitoesteróis) e por ser um alimento de baixo índice glicêmico.

Dessa forma, é um alimento útil para diminuir o risco de doenças cardiovasculares, já que os fitoesteróis contribuem para a redução do LDL colesterol no sangue.

Alguns estudos também demonstram que o grão de bico pode ser um bom aliado na hora de perder peso. Os resultados das pesquisas em seres humanos demonstraram que o consumo de grão de bico está associado com a redução de gordura corporal em pessoas obesas e esse fato se dá porque contém substâncias que melhoram o metabolismo das gorduras e também porque é um alimento rico em fibras e, por esta razão, promove a sensação de saciedade e plenitude.

Com tantos benefícios, não perca tempo e inclua já o grão de bico na sua alimentação!

Mas como incluir o grão de bico nas refeições diárias?

É simples, pode ser feito como o feijão, pode ser utilizado em saladas ou em sopas.

Confira a Receita da Salada de Grão de Bico.


Imagem Ilustrativa/ Fonte: Google Imagens
Ingredientes:

200g de grão de bico cozido
1 tomate picado
1 pepino
¼ de cebola picada
1 colher de sobremesa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de cheiro-verde
1 colher de sopa de mostarda (opcional)
Suco de 1 limão
Sal e pimenta a gosto


24 abril 2013

Você sabia que existem diferentes tipos de fome? Saiba identificar qual é a sua!


A fome física, também conhecida como fome fisiológica, é a fome que se refere às nossas necessidades de nutrir o corpo, ou seja, de comer para sobreviver. É a necessidade de repor as energias perdidas no dia-a-dia e, por este motivo, não depende muito da nossa vontade. O corpo simplesmente emite o sinal de que nossas necessidades nutricionais precisam ser supridas. É a fome que sustenta a vida.

Mas também existe um outro tipo de fome, é a fome emocional.

A fome emocional ou fome psicológica é bem mais complexa do que a fome física, pois ela não está relacionada à sustentação da vida. É esse tipo de fome que desperta a vontade de comer, independente de se estar saciado, satisfeito ou até já estar passando mal. É ela que faz engordar, pois ela faz comer sempre mais e mais por vários motivos, como por exemplo:
  • Comer por que a comida está lá disponível;
  • Comer por que alguém se preocupou em preparar a refeição;
  • Comer por estar frustrado, triste, feliz demais...
  • Comer por que se tem pena de jogar a comida fora;
  • Comer por sentir-se ansioso;
  • Comer por que aconteceu algo ruim ou algo bom demais.. .etc, etc, etc.

Agora que já está claro quais são os tipos de fome, vamos aprender como identificar cada um deles. Veja na tabela abaixo quais são os sintomas de cada tipo de fome.


Tipos de Fome - Sintomas
Fome Física
Fome Emocional
Estômago roncando
Angústia
Dor de cabeça
Depressão
Cansaço
Tristeza
Irritabilidade
Alegria
Pode ser saciada com qualquer tipo de comida
Desejo de comer algo específico
Tontura
Ansiedade
Traz satisfação depois que se come
Traz culpa depois que se come
Mau humor
Tentação
Fraqueza
Raiva
Geralmente vem aos poucos e você consegue esperar
Aparece de repente e parece urgente


Se você, durante muito tempo de sua vida, fez dietas ou continua fazendo dietas e ainda assim está acima do seu peso ideal, é importante se fazer a seguinte pergunta: quais os motivos que me levam a comer tanto ou com tanta frequência se não estou sentindo fome física?

Se sua mente te move em busca de comida quando você não está com fome, você pode ser considerada uma pessoa compulsiva alimentar.

Mas fique tranquilo (a)!

Para emagrecer e curar o seu problema com a alimentação há um jeito. É preciso que você consiga reestabelecer a ligação entre o alimento e a fome física, isto é, entre o alimento e a sensação de estômago vazio.

Você pode começar a treinar a mente e, consequentemente, o corpo.

E aí você pode me perguntar, mas como posso treinar a minha mente?

É simples, quando você pensar em procurar por comida e não estiver sentindo fome física, resista! Faça isso sempre, até que sua mente e seu corpo se acostumem. O exercício deve ser diário.

Também faz parte do exercício se permitir comer sem restrições sempre que realmente sentir fome. Comer sem culpa e sem apelar para dietas proibitivas faz bem. Encare como um presente ou uma recompensa que você está se dando.

Comer sem restrições não significa comer além das suas necessidades nutricionais. Na realidade, esse comer sem restrições de que estou falando, é comer o que tiver vontade até sentir-se satisfeito, é saber identificar qual é o seu limite.

É importante saber que cada vez que você se alimenta quando seu estômago exige, você acaba realizando duas tarefas importantes: você está se nutrindo fisiológica e emocionalmente. Isso não é maravilhoso?

Por isso, de agora em diante, lembre-se que antes de comer você deve se perguntar: estou com fome?

Pode parecer muito fácil, mas essa pergunta é extremamente complexa para quem sofre de compulsão alimentar. Normalmente, a fome é a última coisa levada em consideração por quem é compulsivo.

Como deixar de uma vez por todas a compulsão alimentar?

Regra número 1: para deixar de ser uma pessoa compulsiva, você deve aprender a se comportar e agir como uma pessoa normal diante da comida, sem se deslumbrar diante dela.

Regra número 2: espere sentir a fome do estômago e não siga um horário pré-determinado para se alimentar. O importante é que você passe a se alimentar de acordo com a sua fome.

Regra número 3: não pense na dieta quando o seu estômago der sinal de fome. Não se prive, pois a privação de comida leva à compulsão alimentar.

Regra número 4: se você se identificou como uma pessoa compulsiva, não tente resistir a esse processo e não tenha medo do descontrole alimentar. Lembre-se que a única fome insaciável é a fome emocional.

Regra número 5: não se culpe, não xingue e nem fique frustrado se houver uma recaída. Elas podem acontecer durante o período que você está lutando para controlar a sua compulsão. Apenas reconheça o que fez e esteja disposto a tentar novamente. Espere a fome física chegar.

E para finalizar, não se esqueça que a cura da sua compulsão é o que te fará emagrecer de maneira definitiva e melhorar a sua qualidade de vida.



Deseja agendar uma consulta ou saber mais sobre o atendimento nutricional, entre em contato !

18 abril 2013

Farinha de Maracujá Pode Auxiliar o Emagrecimento


A farinha de maracujá chegou ao mercado com a proposta de diminuir as taxas de açúcar no sangue, beneficiando as pessoas portadoras de diabetes do tipo 2.

Com o tempo, a farinha produzida a partir da casca do maracujá ganhou espaço e também está se revelando um excelente bloqueador de gorduras.

A casca do maracujá é rica em fibras solúveis, principalmente pectina, que faz bem para a saúde do ser humano. 

Estudos mostram que a pectina pode auxiliar a prevenção de doenças cardiovasculares e gastrointestinais, câncer de cólon, diminuir os níveis de colesterol, controlar diabetes e ainda promover a perda de peso. Ao investigar a utilização de fitoterápicos pela população brasileira, alguns autores evidenciaram que o maracujá está entre os mais consumidos.

Mas por que esse alimento auxilia a perda de peso?

A pectina (parte branca da casca do maracujá) se transforma em um gel ao chegar no estômago e isso promove a sensação de saciedade. Esse gel, por sua vez, também atrapalha a absorção de gorduras e carboidratos, reduzindo a absorção desses nutrientes. Por ser uma fibra, a pectina também melhora a função intestinal, ajudando o organismo a liberar substâncias tóxicas.

A farinha de maracujá pode ser encontrada em cápsulas ou em sua forma natural, podendo ser utilizada no preparo de pães, bolos, adicionada à comida, diluída em água, enfim do jeito que você preferir, basta usar a criatividade!

Mas atenção, como todos os outros alimentos que auxiliam a perda de peso, a farinha do maracujá não faz isso sozinha. Ela precisa estar associada a uma dieta balanceada e a mudanças no estilo de vida.

17 abril 2013

Calorias: Só Elas Que Importam Para Emagrecer?


Hoje eu estava navegando pela internet e encontrei essa imagem que me chamou bastante a atenção e por isso decidi escrever este post.



O meu intuito é mostrar que, embora cortar calorias seja uma bela saída para perder peso, não é só isso que importa. Afinal de contas, pare e pense como o seu organismo estará ao longo dos anos se a única coisa que você levar em consideração na hora de emagrecer for as calorias que consome.

Na grande maioria das vezes que prescrevo um plano alimentar, a primeira coisa que os pacientes olham e me perguntam é: quantas calorias tem a dieta? Isso é muito forte no pensamento das pessoas. Parece que a única coisa importante são as calorias e não a QUALIDADE da dieta.

Mas a verdade é que ninguém tem culpa de pensar assim, o grande vilão é o apelo da mídia que contribui muito para isso.

Quem já viu a propaganda do presunto que tem menos 15 calorias por fatia ou aquela da “verdadeira” maionese que tem menos de 40 calorias em uma colher de sopa e é mais saudável que azeite de oliva?

Acho que todo mundo já viu né? Pois bem, então vamos comer presunto até não aguentar mais e colocar a maionese no lugar do azeite, ela é mais gostosa mesmo. Como será que o nosso organismo vai estar daqui alguns anos, com esse bombardeio de gorduras, aditivos químicos, sódio, corantes, conservantes e blábláblá?

Possivelmente estaremos com o colesterol nas alturas, triglícérides, hipertensão... isso se já não tivermos sofrido um ataque cardíaco ou desenvolvido outras doenças, como câncer por exemplo.

Onde quero chegar: quando o nosso organismo está bem nutrido, com o aporte necessário de vitaminas e minerais, há um equilíbrio das funções. O corpo começa a funcionar melhor, o que facilita a perda de peso ou o ganho de massa muscular, seja qual for o seu objetivo.

Assim, ao invés de se preocupar tanto com as calorias e sair por aí trocando os seus alimentos habituais por light, diet ou zero, comece a pensar mais nos nutrientes que está ingerindo. Escolha sempre os alimentos mais nutritivos.

Sem dúvidas que o balanço energético é importante, isto é, o quanto se consome e o quanto se gasta de calorias. É claro que devemos prestar atenção nas calorias que ingerimos, mesmo que seja uma dieta de qualidade. Também não adianta incluirmos alimentos saudáveis em nossa rotina diária e consumí-los compulsoriamente.

Como nutricionista, acredito que não existe melhor caminho, tanto para a perda de peso quanto para a manutenção da saúde, do que adotar uma dieta que inclua alimentos variados. Uma alimentação de qualidade traz muito mais benefícios para a saúde do que apenas cortar calorias.

15 abril 2013

Vídeo Motivacional Para Perda de Peso


Sabemos que muitas vezes quem está acima do peso precisa de motivação para conseguir eliminar alguns quilinhos e, pensando nisso, resolvi criar um vídeo que vai servir como uma ferramenta para estimular a perda de peso e encorajar quem anda meio desmotivado a começar fazer uma reeducação alimentar.

Convido todos a assistirem.

Espero que gostem e que, se possível, me ajudem a divulgar essa ideia!!!



04 abril 2013

Será Que É Mesmo Integral?


Os alimentos integrais estão ganhando cada vez mais destaque nas prateleiras dos supermercados.

Mas será que os alimentos que compramos como sendo integrais são mesmo integrais?

A resposta é: nem sempre!

Para entender melhor, os alimentos integrais são definidos como alimentos íntegros em sua composição, isto é, são produzidos a partir de grãos que não passaram pelo processo de refinamento e por isso as fibras e os nutrientes são preservados. Assim, o valor nutricional dos alimentos integrais é maior por que durante o processo de refinamento muitos nutrientes são perdidos sendo, portanto mais saudáveis para o consumo, ok?

O problema é que, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), não há nenhum tipo de regra sobre a fabricação desses produtos no Brasil. E devido a essa falta de parâmetros cada empresa adota os critérios que bem entender na hora de fabricar seus produtos.

A dica é sempre ficar atento aos rótulos quando for comprar um alimento integral! Quanto mais fibras houver na porção do alimento, mais integral ele é de fato.

Um exemplo clássico são os pães, quando for ao supermercado você pode comparar várias marcas e com certeza encontrará pães integrais que apresentam até 4,8g de fibras em uma fatia e meia, enquanto outras apresentarão apenas de 2 a 3g de fibras na mesma porção do alimento.

Vale a pena conferir!

01 abril 2013

Café: Dá Para Resistir?


O café é uma das bebidas mais apreciadas no mundo inteiro não só por seu sabor agradável, mas também por seu efeito estimulante que é quase uma injeção de ânimo extra para manter o pique durante o dia todo.

Estima-se que o grão de café torrado possui mais de 2 mil compostos químicos, alguns destes com atividades biológicas conhecidas que desempenham ações que podem ser benéficas para o organismo. Assim, podemos dizer que os efeitos do consumo de café dependem da qualidade e da quantidade de compostos químicos presentes na bebida.

O principal componente psicoativo do café é, sem dúvida, a cafeína.  Após a ingestão de doses baixas a moderadas desse composto, ou seja, cerca de 50 a 300mg de cafeína, é possível notar a melhoria do estado de alerta, da energia, da capacidade de concentração, do desempenho em tarefas simples, da vigilância auditiva, do tempo de retenção visual e diminuição da sonolência e cansaço.

Milhões de pessoas apreciam a bebida, mas talvez nem imaginem que o café também ajuda a aliviar dores musculares, melhora a memória, é rico em antioxidantes que combatem os radicais livres e previne alguns tipos de câncer.

Pesquisas também apontam o café como um bom aliado no combate à depressão e novamente por causa da cafeína, pois por ser estimulante do sistema nervoso central pode desencadear a sensação de bem-estar. Ainda falando de sistema nervoso, há estudos que especulam que a cafeína possa reduzir a incidência da doença de Alzheimer.

E não é só isso, outro ponto positivo para o consumo de café é que a cafeína causa dilatação dos vasos cerebrais, aumentado o fluxo de sangue para a região. É por este motivo que muitos medicamentos para dor de cabeça contêm cafeína em sua composição.

Por outro lado, a cafeína também exerce alguns efeitos negativos. Em algumas situações ela deve ser restrita ou reduzida como nos casos de refluxo gastroesofágico, de gastrite, por portadores de doenças cardíacas e hipertensos.

O consumo MODERADO de café é descrito como a ingestão de 3 a 5 doses diárias, o que corresponde a cerca de 150 a 300mg de cafeína.

São muitos os benefícios do consumo de café, vale a pena conhecermos algumas formas de preparo da bebida. Só tenha cuidado para não viciar!


 

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