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23 dezembro 2013

Feliz Natal

Venho desejar a todos vocês que estiveram comigo durante esse ano, um Natal cheio de paz e felicidade.

Que o Ano Novo seja repleto de realizações, sucesso e prosperidade.


Boas Festas!!!






08 outubro 2013

LIGHT X DIET: Você Sabe o Que Está Consumindo?







Geralmente os termos light e diet causam uma certa confusão entre os consumidores na hora da compra e muitas pessoas acreditam que são alimentos mais saudáveis para o consumo. Esses alimentos são bastante procurados entre os consumidores, mas muitas pessoas ainda não sabem ao certo o que essa denominação quer dizer.

Então, para acabar de vez com as dúvidas vamos entender qual a diferença entre os alimentos light e os diet.

Vamos às definições, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA):

LIGHT: São aqueles que apresentam a quantidade de algum nutriente ou valor energético reduzida quando comparado a um alimento convencional. São definidos os teores de cada nutriente e/ou o valor energético para que o alimento seja considerado light. Por exemplo, iogurte com redução de 30% de gordura é considerado light.

DIET: São alimentos especialmente formulados para grupos da população que apresentam condições fisiológicas específicas como, por exemplo, diabéticos e hipertensos. Os alimentos diet apresentam em sua composição quantidades insignificantes ou são totalmente isentos de algum nutriente. Nas geleias para dietas com restrição de açúcar, por exemplo, são feitas modificações no conteúdo de nutrientes, adequando-os a dietas de indivíduos que pertençam a esses grupos da população. 

É importante lembrar que tanto os alimentos light quanto os alimentos diet NÃO contêm necessariamente o conteúdo de açúcares ou energia reduzidos, pois as alterações que sofrem em sua composição podem ser provenientes da redução ou isenção de outros nutrientes como gorduras, proteínas, sódio, entre outros.

Na verdade, alguns desses alimentos acabam sendo até mais calóricos, é o caso do chocolate diet, por exemplo. Ele não contém açúcar em sua composição por ser desenvolvido para pessoas portadoras de diabetes, mas apresenta maior quantidade de gordura, o que o torna mais calórico que o convencional, não sendo interessante para quem quer eliminar peso corporal.

Agora que você já sabe a real diferença entre os alimentos light e diet, fique sempre atento (a) aos rótulos na hora de escolher os alimentos que irá comprar.

Mas para que sua alimentação seja ainda mais saudável, opte sempre que possível por alimentos naturais, ao invés dos industrializados, mesmo que sejam light!





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11 setembro 2013

O Ponteiro Da Balança Parou de Abaixar! E Agora?

Você está investindo em uma alimentação equilibrada e praticando atividades físicas regularmente, mas de repente o seu peso se estabilizou e você não sabe o que está acontecendo de errado? Provavelmente você está se deparando com o efeito platô!

O efeito platô é um dos maiores vilões das dietas, sendo um fator que, na maioria das vezes, faz com que um indivíduo acabe desistindo, pois essa é a hora em que todos os esforços para a perda de peso parecem ser em vão.

Na realidade, o efeito platô ocorre porque o organismo se habitua a receber uma baixa ingestão de alimentos e começa a gastar menos calorias por uma questão de defesa. Dessa forma, as dietas muito restritivas ou as que são realizadas por um longo período acabam funcionando como um gatilho para que ocorra o tão temido efeito platô.

Nosso organismo é muito inteligente, pois ele sabe que precisa manter todos os órgãos desempenhando todas as funções necessárias para a manutenção da vida e para isso ele necessita de energia.  Na falta de energia, o organismo começa a poupar o estoque que ele tem disponível e, assim, ocorre a estabilidade do peso e o ponteiro da balança empaca!

Se você estiver passando por isso, a palavra de ordem é CALMA!

Isso mesmo, não há necessidade de entrar em pânico. Para driblar o efeito platô há uma solução bem simples. Basta aumentar as calorias ingeridas!

Quando você aumenta o aporte calórico da sua dieta, o seu corpo responde e você volta a emagrecer. Assim, o organismo se habitua a essa nova quantidade de calorias que está recebendo para, posteriormente, reduzir mais uma vez, de maneira moderada, as calorias da dieta.

Existe também um jeito de você não passar pelo efeito platô. Basta saber que o seu plano alimentar deve ser calculado individualmente, levando em consideração o seu gasto energético basal (a energia gasta em repouso) e as suas necessidades diárias de energia.

Outro ponto importante é focar na qualidade da sua alimentação e não na quantidade do que você vai comer. Lembre-se de incluir alimentos saudáveis na sua alimentação diária como, por exemplo, frutas, legumes, verduras, cereais integrais, carnes magras e laticínios desnatados, pois eles são ótimos aliados na hora de perder peso e, principalmente, auxiliam na manutenção da saúde por fortalecerem o sistema imunológico.

A prática de atividades físicas também é muito importante quando há o desejo de driblar o platô, pois os exercícios auxiliam no ganho de massa muscular e quanto mais músculos se tem, maior é o gasto calórico.

E aí, ficaram animadas (os) para continuar fazendo a reeducação alimentar passando longe do platô?

Espero que sim!


Abraços e até o próximo post.



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09 setembro 2013

L- Carnitina Contribui Para A Perda De Peso: MITO OU VERDADE?

Entre os suplementos mais utilizados por praticantes de atividade física está a L-Carnitina.

Este suplemento é usado, na grande maioria das vezes, por quem tem como objetivo a diminuição do percentual de gordura com o mínimo de esforço e sem restrições alimentares.

Bem, então primeiramente vamos à definição da L-Carnitina. O que de fato é L-Carnitina?

L-Carnitina nada mais é do que um nutriente que, no passado, foi definido como sendo um aminoácido. Atualmente, a L-Carnitina é considerada uma substância vitamin-like, por apresentar estrutura química semelhante à das vitaminas do complexo B. O nosso próprio organismo produz carnitina.

A propaganda que gira em torno da L-Carnitina é de que este suplemento seria capaz de favorecer o metabolismo das gorduras, aumentando assim a disponibilidade de energia durante os treinos.

A proposta parece bastante atraente, não é mesmo? Afinal de contas, a pessoa teria mais disposição para treinar e de quebra ainda “queimaria” mais gordura. Com esse apelo fica fácil entender porque a L-Carnitina ganhou a simpatia de tanta gente.

Apesar de parecer o suplemento perfeito para a perda de peso, a verdade é que ainda não existem evidências científicas que sustentem esses benefícios.

O mito de que a L-Carnitina contribui para a perda de peso surgiu a partir de pesquisas ligadas à falta dessa substância no organismo. Foi observado que a ausência da carnitina favorecia o acúmulo de gordura e, dessa forma, os pesquisadores imaginaram que se ocorresse a situação inversa, as pessoas começariam a perder peso. E foi assim que começaram várias pesquisas em torno da carnitina!

Grande parte dos estudos realizados até então, não puderam comprovar os efeitos benéficos da suplementação com L-Carnita e os efeitos adversos também não foram relatados.

Portanto, quem está pensando iniciar uma suplementação com L-Carnitina deve estar ciente de que não existe suplemento milagroso. Não espere resultados surpreendentes em pouco tempo.

Os suplementos devem sempre ser orientados por um profissional habilitado - o nutricionista - juntamente com um planejamento alimentar personalizado para que os resultados desejados sejam de fato atingidos. 

Procure sempre um nutricionista antes de começar qualquer suplementação!




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30 julho 2013

O Que É Alimentar-se Normalmente?

Embora seja um pouco antiga, essa é uma das melhores definições para o "comer normalmente" que conheço e pode ser aplicada no dia-a-dia de todos nós!

Só para refletir um pouco...



 “Alimentar-se normalmente é ser capaz de comer quando você está com fome e continuar comendo até você ficar satisfeito. É ser capaz de escolher os alimentos que você gosta e comê-los até aproveitá-los suficientemente –  e não simplesmente parar porque você acha que deveria.

Alimentar-se normalmente é ser capaz de usar alguma restrição na seleção de alimentos para consumir os alimentos certos, mas sem ser tão restritivo a ponto de não comer os alimentos prazerosos.

Alimentar-se normalmente é dar permissão a você mesmo (a) para comer às vezes porque você está feliz, triste ou chateado ou apenas porque é tão gostoso. É também deixar alguns biscoitos no prato porque você pode comer mais amanhã ou então comer mais agora porque eles têm um sabor maravilhoso quando estão frescos.

Alimentar-se normalmente é comer em excesso às vezes e depois se sentir estufado e desconfortável. Também é comer menos de vez em quando, desejando ter comido mais.

Alimentar-se normalmente é confiar que o seu corpo conseguirá corrigir os errinhos da sua alimentação.
Alimentar-se normalmente requer um pouco do seu tempo e atenção, mas também ocupa o lugar de apenas uma área importante, entre tantas, de sua vida.

Resumindo, o “comer normalmente” é flexível e varia em resposta às nossas emoções, nossa agenda, nossa fome e nossa proximidade com o alimento.” (Satter, 1987)



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29 julho 2013

Como Você Pensa Em Relação À Comida?

A forma como cada pessoa pensa em relação à alimentação é bem variada, isso por que para cada indivíduo o “comer adequadamente” não está relacionado apenas com a manutenção da saúde, mas também envolve aspectos fisiológicos, emocionais e sociais.

Assim, não podemos e nem devemos ter uma definição rígida para o que é uma alimentação adequada sem contextualizar para quem, quando e onde. Na realidade, a alimentação possui um vínculo muito forte com a identidade de cada pessoa.

Vou citar como exemplo uma parte de um texto escrito por um adulto sobre a memória alimentar de sua infância (Lupton, 1994)..."Ele tinha 10 anos de idade. Seu pai era um fascista vegetal e sua mãe aprendeu a cozinhar na nojenta aula de culinária vegetariana. Ele odiava todos os vegetais e, principalmente ervilha. Nas refeições, parecia que tinham mil ervilhas no seu prato. Ele tentou escondê-las no bolso, mas a polícia vegetal (o pai) o pegou. Ele jogava as ervilhas debaixo da mesa, mas até o cachorro se recusava a comê-las. O pai dizia: ‘você não vai levantar da cadeira até ter comido todas as ervilhas’. O único jeito que ele conseguia comer as ervilhas era engolindo-as inteiras, com um copo d’água depois de cada uma, como se fosse um remédio".

O texto citado deixa claro como a comida está envolvida na formação da cultura do ser humano, não é mesmo? Provavelmente, o garoto que agora é um adulto, continua detestando ervilhas e pode até mesmo ter desenvolvido um certo trauma de vegetais.

Onde quero chegar?

Quero dizer que em nutrição não existe o que é certo ou errado em relação à alimentação, o que existe são alimentos que devem ser evitados por serem prejudiciais à saúde, porém mesmo devendo estes alimentos serem evitados, não devem ser, em hipótese alguma, proibidos.

Não há motivos para se forçar o consumo de um alimento que não agrade o paladar de uma pessoa.

Cada pessoa possui uma identidade cultural relacionada à alimentação, uma vez que a comida tem funções simbólicas tão importantes quanto as funções nutricionais.

Quem nunca comeu um alimento que tinha o hábito de comer quando era criança e que, naquele momento, sentiu como se tivesse voltado no tempo? Talvez, pelo simples fato de ter comido aquele alimento com “gosto de infância” se lembrou até mesmo de um local. Ex.: a casa dos avós ou dos pais.

A relação inicial afetiva com o alimento, uma vez aprendida, será levada por toda a vida. Entretanto, essa relação será todo o tempo recriada de acordo com a pessoa e com o seu meio. A família tem uma grande importância na manutenção dessa relação emocional com a comida.

Os almoços de domingo em família, por exemplo, têm um peso grande na constituição de uma pessoa, influenciando diretamente no paladar e no gosto de cada indivíduo.

Na família, aprendemos os valores que são carregados por toda a nossa vida. É na família também que desenvolvemos a nossa própria personalidade e, dessa forma, temos a possibilidade de conhecer e reconhecer outras pessoas e outros modos de viver iguais ou até diferentes dos nossos.

Viu só como cada um de nós traz consigo características muito individualizadas quando falamos em alimentação? Por isso não devemos julgar de forma alguma o comportamento alimentar de uma pessoa.

Agora falando em reeducação alimentar, é papel do nutricionista defender que as necessidades nutricionais devem ser atingidas juntamente com as necessidades culturais e simbólicas.

Um plano alimentar tem muito mais chances de dar certo e ser um sucesso quando respeitamos a individualidade de cada pessoa e incluímos alimentos que fazem parte de sua vida, de sua história, enfim, alimentos que fazem parte de sua rotina.

Mas é claro que como profissionais da saúde, também é nosso papel orientar sempre uma alimentação saudável, sugerir mudanças de hábitos quando necessário e também ensinar a fazer escolhas e substituições de alimentos.

Tenho certeza que depois dessa reflexão, será bem mais fácil para os leitores entenderem por que é tão difícil seguir uma dieta restritiva. Afinal, essas dietas não levam em conta a nossa identidade cultural  e nem o nosso lado humano.




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22 julho 2013

Dieta Para Noivas

Dei uma entrevista para a revista digital Casamento Básico!

A matéria é sobre dietas para noivas e tem dicas de emagrecimento, alimentos que auxiliam a parte estética e que ajudam relaxar no dia do casamento.

O nome da pauta é "Cinturinha de Pilão".

Acesse aqui!

10 julho 2013

Shakes: Bons Aliados Ou Vilões No Processo De Emagrecimento?

Quando se fala em emagrecimento, muitas pessoas têm dúvidas em relação aos shakes. Será que eles são eficazes no processo de emagrecimento?

A verdade é que não é de hoje que eles estão ganhando espaço no cardápio de quem quer emagrecer. A promessa é tentadora, imagine conseguir eliminar de 5 a 10 kg em 1 mês, parece maravilhoso! Mas, infelizmente não é bem assim que acontece.

O grande problema dos shakes é a indicação de sua forma de consumo, isto é, são vendidos como substitutos de refeições importantes (almoço e jantar) por possuírem todos os nutrientes necessários para uma boa nutrição.

É inegável que existem shakes super nutritivos à venda e alguns deles oferecem quase as quantidades de nutrientes necessárias para o dia inteiro em uma só refeição e é claro que em um primeiro momento ocorre o emagrecimento, pois eles possuem baixas calorias.

Porém, as perguntas que eu faço agora são as seguintes: Você aguentaria trocar o seu almoço ou o seu jantar por um shake durante quantos dias? Essa seria uma tarefa extremamente simples de ser mantida para o resto da vida?

Se você acha que logo enjoaria e que não conseguiria tomá-los para o resto da vida como substitutos de refeições, a minha opinião é de que você não deveria nem mesmo começar a utilizá-los dessa maneira. Não se iluda pensando que terá sucesso se incluí-los na sua rotina diária só por um tempo ou até atingir o seu peso ideal.

Quero deixar claro que não estou aqui para desmotivar e nem desencorajar ninguém, o meu papel é simplesmente alertar que quando você atinge o seu peso ideal e pára de tomar os shakes, retomando a sua alimentação convencional existe uma enorme chance de você recuperar todo o peso que perdeu.

Sim, pois nessa hora você passa a aumentar o seu aporte energético diário e começa a engordar novamente e isso é tudo que não queremos.

Não sou contra o uso de shakes, desde que sejam utilizados de outra forma e não como substitutos de refeições. Você pode incluí-los no seu dia-a-dia nos lanches intermediários ou antes e/ou depois de treinar, se for o caso.

Gosto muito de indicar shakes naturais preparados em casa. Eles são ricos em fibras, vitaminas e minerais, ou seja, além de também serem super nutritivos, são ricos em fibras, o que garante saciedade por mais tempo.

Sendo utilizados da maneira correta, os shakes são bons aliados na dieta e cabem perfeitamente no seu plano alimentar.


Confira as receitas de alguns shakes naturais e caseiros que podem contribuir para a sua ótima nutrição.








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10 junho 2013

Por Que Emagrecer É Tão Difícil E Engordar É Tão Fácil?

Para responder essas questões é necessário voltarmos um pouco ao passado para entendermos melhor sobre a evolução dos seres humanos.

Quando pensamos na história da civilização, devemos considerar que faz pouquíssimo tempo que o ser humano aprendeu a plantar e a criar animais. Foi a partir desse aprendizado que teve início a abundância contínua em nossa alimentação.

Antes disso, a espécie Homo sapiens sapiens teve que se adaptar e viver intercalando períodos de escassez de alimentos com períodos de fartura. Essa instabilidade durou por muito tempo, cerca de dezenas de milhares de anos e, naquela época, sobreviviam os humanos que possuíam maior capacidade de armazenamento de energia, os que se sentiam atraídos por alimentos mais calóricos e os que poupavam o gasto de energia nos períodos que não havia oferta de alimentos.

Neste contexto, é possível afirmar que somos geneticamente programados, assim como os nossos ancestrais, para armazenarmos todas as calorias que pudermos.

Parece absurdo, mas se encararmos esse fato como real, chegaremos à conclusão que fomos feitos para engordar e permanecer acima do peso por uma questão de sobrevivência.

A grande maioria das pessoas sente mais prazer em comer comidas gordurosas e ricas em carboidratos simples, o que permite recuperar o peso facilmente depois de tê-lo eliminado.

Quando passamos um longo período de tempo sem nos alimentarmos, o organismo tende a reter todos os nutrientes que iremos ingerir na próxima refeição, afinal de contas ele não sabe quando iremos comer novamente e precisa se manter funcionando. Além disso, ele também passa a poupar o gasto de energia, tornando o nosso metabolismo mais lento por uma questão de defesa. Por isso, é recomendado comermos de três em três horas.

É bem verdade também que essa facilidade que temos para ganhar peso, na atualidade, está relacionada à imensa oferta de alimentos muito calóricos, saborosos e de fácil acesso que temos à nossa disposição. Esse foi o ponto chave que levou a uma explosão de obesidade no mundo inteiro.

A comodidade da vida moderna é um outro agravante.

Responda rapidamente: quantas pessoas você conhece que estão acima do peso? E quantas pessoas que você conhece que não estão? A probabilidade é de que na lista de pessoas que vieram à sua mente a maioria apresenta sobrepeso ou obesidade, já que mais da metade da população brasileira está acima do peso.

A recompensa que a comida não saudável gera e a inércia em relação ao pontapé inicial para praticar atividades físicas são dois fortes fatores que desempenham um importante papel na perpetuação da obesidade, isso é um fato.

Estou aqui falando da “herança” que carregamos dos nossos ancestrais, porém este é apenas um fator que favorece o ganho de peso e não podemos nos esquecer que a obesidade está associada à diversos outros fatores.

Quer um exemplo típico?

Se eu fizesse a seguinte pergunta: Por que algumas pessoas são gordas? Alguns de vocês poderiam me responder: É por que elas comem muito! Isso nem sempre é verdade, mas quando elas realmente comem muito é, certamente, por questões emocionais. Pode ser que houve um determinado momento na vida dessa pessoa em que um problema emocional desencadeou uma compulsão de comer (falei sobre compulsão alimentar aqui).

Acontece que muitas vezes o problema já está resolvido, porém aquela compulsão pode continuar codificada no cérebro. Assim, a pessoa já não tem mais o problema emocional, mas a compulsão persiste.

É importante saber que engordar ou emagrecer é uma espécie de programação que está no cérebro. Você pode se tornar capaz de “reprogramar” o seu cérebro e aprender a ser magro de dentro para fora. O processo de emagrecimento será muito mais eficaz se você aprender a pensar magro e emagrecer primeiro a mente para depois emagrecer o corpo.

Bem, mas isso já é assunto para um outro post...

Voltando para a história de que fomos feitos para sermos gordos, a única alternativa que nos resta para sermos magros e mantermos a saúde em dia, é adotar uma dieta balanceada e fracionada e praticar atividades físicas frequentemente. Não custa nada dar uma mãozinha para a nossa genética ancestral!




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27 maio 2013

Colesterol Elevado? Saiba Por Quê e Como Controlar!

Quando falamos em alimentação saudável, as gorduras provenientes de diferentes alimentos são muito importantes ao bom funcionamento do nosso organismo e quando são consumidas nas proporções recomendadas, isto é, não excedendo 30% do valor energético diário, são bem toleradas pelo organismo e promovem efeitos benéficos à saúde. Por outro lado, quando consumidas em excesso podem causar diversos efeitos prejudiciais, podendo refletir rapidamente em nosso estado de saúde.

Os alimentos são constituídos por vários tipos de gorduras, tanto gorduras saudáveis quanto gorduras que causam danos ao organismo.

São alguns exemplos de gorduras saudáveis a gordura monoinsaturada, a gordura poliinsaturada, ácidos graxos ômega 3, ácidos graxos ômega 6 e os fitoesteróis.

Em contrapartida algumas gorduras prejudiciais que podem ser citadas são a gordura saturada, a gordura hidrogenada, a gordura trans e o colesterol.

A diferença entre os tipos de gordura é basicamente a sua estrutura química.

Bem, mas como o foco do artigo é o colesterol, vamos falar dele...

O colesterol é um tipo de gordura que existe apenas nos alimentos de origem animal e pertence à vasta família dos esteróis. Apesar de ter sido citado aqui como uma gordura ruim e prejudicial para a saúde, o colesterol desempenha funções muito importantes no organismo, sendo essencial para a vida. O problema está no consumo excessivo.

O que nem todo mundo sabe é que o colesterol é uma substância necessária ao organismo. Sem ele, as células não formam a membrana que as envolve, além de também ser importante para reparar as células lesadas.

O colesterol é necessário para que receptores de serotonina (falei disso aqui) trabalhem corretamente e tenhamos a sensação de bem-estar.

O corpo também precisa de colesterol para produzir todos os hormônios sexuais, entre eles testosterona, progesterona e estrogênio.

O colesterol está relacionado à manutenção da saúde do intestino e à produção de vitamina D, essencial para a saúde dos ossos e crescimento.

Agora que já vimos algumas das diversas funções benéficas do colesterol, vamos entender por que também faz mal para a saúde quando consumido em excesso.

Se ingerirmos alimentos com grandes quantidades de colesterol diariamente, poderá haver uma elevação nos níveis de colesterol sanguíneo e, consequentemente, aumento do risco do surgimento de doenças cardiovasculares.

Nem sempre os níveis de colesterol são determinados pela dieta, pois aproximadamente 85% do colesterol é produzido pelo fígado (colesterol endógeno) e apenas 15% vem da alimentação.

Algumas pessoas tem o hábito de consumir comidas ricas em colesterol e, no entanto, elas possuem baixos níveis de colesterol no sangue. Do mesmo modo que é possível ingerir alimentos com baixo teor de colesterol e ter um nível elevado de colesterol sanguíneo. Isso depende do metabolismo de cada pessoa.

Aí vem a seguinte pergunta: então, por que se fala tanto sobre o colesterol da alimentação?

Simples, é por que o nível de colesterol que já existe no sangue pode aumentar devido ao alto consumo de colesterol e gorduras saturadas provenientes da alimentação. Além disso, o aumento no consumo de alimentos ricos em colesterol tem sido associado à aterosclerose (formação de placas de gorduras que podem estreitar o diâmetro dos vasos sanguíneos e bloquear a passagem do sangue). Se as artérias do coração entupirem pode haver um infarto ou se um vaso sanguíneo do cérebro estiver com a passagem de sangue bloqueada pode haver um derrame.


Placa de Ateroma/ Imagem extraída do Google Imagens


Existem algumas medidas que podem ser tomadas por qualquer pessoa para melhorar os níveis de colesterol e evitar doenças cardiovasculares, são elas:
  • Faça uma dieta saudável, que inclua alimentos ricos em fibras como frutas e verduras;
  • Evite alimentos que contenham gorduras saturadas (Ex.: manteiga, queijos amarelos, embutidos, banha de porco, óleo de palma, óleo de coco, gordura de carne bovina, etc.), gorduras hidrogenadas (Ex.: bolacha, biscoito, fast food, batata frita de pacote, produtos de pastelaria e confeitaria, bolos industrializados de pacote, refeições prontas para consumir, refeições congeladas, etc.) e colesterol (Ex.: massas folhadas, caldos concentrados, leite integral, toucinho, gema de ovo, margarina, etc.);
  • Faça exercícios físicos regularmente;
  • Emagreça se estiver acima do peso;
  • Se você fuma, pare de fumar;
  • Esteja sempre em dia com os exames periódicos. 
Recomenda-se que a ingestão de colesterol não ultrapasse 300mg por dia. É importante ter uma alimentação balanceada e um nutricionista poderá te auxiliar montando um cardápio personalizado para você.

Mas se caso você esteja com o colesterol elevado e já tenha feito mudanças no seu estilo de vida e mesmo assim os níveis de colesterol não abaixaram, procure um médico para iniciar o tratamento com medicamentos.

O colesterol alto não dá sintomas, a não ser quando já houve um certo "estrago", o que torna o seu controle uma medida indispensável para evitar riscos.

É por isso que é tão importante cuidar da alimentação e manter-se sempre ativo, praticando atividades físicas.

Veja o esquema a seguir com os alimentos que são benéficos para a saúde e com os alimentos que devem ser evitados.


Imagem extraída do Google Imagens


Adote um estilo de vida saudável!




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16 maio 2013

30 Lições Que Você Precisa Aprender Para Emagrecer



Vejo diariamente o quanto é difícil a batalha para a perda de peso. Então decidi listar algumas coisas que são importantes ter em mente se você está precisando emagrecer.

Coloque-as em prática!
  1. O sabor de nenhum alimento é melhor do que a sensação de se sentir bem consigo mesmo (a).
  2. Beber muita água faz toda a diferença.
  3. A palavra “Paciência” deve ser um mantra diário na mente de quem quer emagrecer com saúde.
  4. Força de vontade e determinação são fundamentais.
  5.  Você precisará aprender a dizer “Não, obrigada” em vários momentos do seu dia.
  6. Não é possível emagrecer do dia para a noite, assim como você também não foi dormir magra e acordou com uns quilinhos a mais.
  7. Ganhar peso é mais fácil do que perder, pois sentimos prazer ao comer. Então, não se desanime se ocorrer a famosa “jacada” e você ganhar 1 kg na semana ao invés de ter eliminado.
  8. Não suba na balança todos os dias, 1 vez por semana é o suficiente. É comum ocorrer variações no peso em intervalos pequenos de tempo.
  9.  Tenha em mente que é preferível estar em forma do que comer sem controle.
  10.  Reeducação alimentar não tem pausa nos finais de semana e feriados.
  11. Anote ou fotografe tudo o que você come durante o dia, faça um diário alimentar. Assim será mais fácil ter controle das quantidades.
  12. Mudanças permanentes levam à resultados permanentes.
  13. Foco e disciplina são extremamente importantes.
  14. A distância entre o sonho e a conquista chama-se atitude, por isso MEXA-SE.
  15. Sem suor e dedicação não existem resultados.
  16. Você conhece os alimentos com calorias negativas? São aqueles que possuem menos calorias do que o organismo gasta para digerí-los (ex.:  melancia, abacaxi, abobrinha, maçã, agrião, ameixa, berinjela, brócolis...a lista é grande). Consuma-os!
  17. Estabeleça metas reais para a perda de peso com saúde, como por exemplo 1 kg por semana.
  18. Trabalhe com recompensas. Por exemplo, na semana que você atinge sua meta e emagrece 1 kg, que tal se presentear com 1 bombom ou com alguma outra guloseima que você está com vontade.
  19. Muita gente acredita que você não é capaz de mudar, mas pode ter certeza que será uma delícia mostrar para essas pessoas que você pode.
  20. Não conte para ninguém que está de dieta, diga que você decidiu mudar os seus hábitos.
  21. Crie o hábito de comer alimentos integrais, frutas, verduras e legumes.
  22. Transforme a comida em aliada e não em inimiga.
  23.  Inclua na sua alimentação diária alimentos termogênicos, que auxiliam a perda de peso (ex.: gengibre, canela, pimenta, chá verde, água gelada...)
  24. Comer alimentos que gosta em pequenas quantidades, de vez em quando, faz parte da reeducação alimentar. Não acumule vontades.
  25. Acelere o seu metabolismo comendo de três em três horas.
  26. Os resultados que você quer obter irão depender UNICAMENTE do seu esforço.
  27. Não beba nada na hora da refeição, somente um tempo depois para não atrapalhar a digestão.
  28. Sinta-se bonita, mas acredite que ao entrar em uma calça número 38 ou 40, você se sentirá mais bonita ainda.
  29. Pense sempre positivo, acredite em você. Se você quer, você consegue.
  30. Coma para viver, não viva para comer.
Ufa, escrevi tudo o que me lembrei...mas se vocês que estão lendo esse post sabem outras formas de conquistar a perda de peso com sucesso ou têm pensamentos e frases de motivação que ajudam a manter o foco, por favor escrevam aí nos comentários do blog!

Assim estaremos compartilhando experiências positivas.

Conto com vocês!



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13 maio 2013

Dieta Detox: Entenda Esse Novo Conceito de Dieta


Se você tem o hábito de ler revistas sobre dieta, bem-estar e saúde ou se assiste programas de TV que seguem essa linha, certamente já deve ter ouvido falar em dieta detox.

Apesar de estar muito na moda e ser bastante comentada, poucas pessoas sabem ao certo qual o conceito da dieta detox e em que momento pode ser aplicada.

É importante ressaltar que embora esteja fortemente na web e na mídia, a dieta detox possui um protocolo bastante específico e deve ser composta por alimentos com propriedades funcionais reconhecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e, portanto deve ser elaborada por um profissional habilitado.

Vamos entender o que é detox ou detoxificação.

O processo de detoxificação pode ser definido como sendo um processo realizado pelo organismo a fim de eliminar ou pelo menos reduzir a quantidade de substâncias potencialmente tóxicas. A conduta nutricional adotada na dieta detox, tem como objetivo retirar da alimentação os principais alimentos que podem ser prejudiciais para o organismo, ou seja, excluir temporariamente da alimentação os alimentos que são consumidos com muita frequência pelo indivíduo.

A dieta detox ou detoxificante tem como principal característica aliviar o trabalho dos intestinos, fígado e rins, a partir da ingestão de alimentos naturais, ricos em fibras.  Na dieta detox fica restrito o consumo, por um tempo relativamente pequeno (7 dias), de alimentos industrializados, gorduras saturadas e trans, frituras, alimentos refinados, refrigerantes, adoçantes, alimentos que contenham glúten, lactose, carnes vermelhas, doces e embutidos (Ex.: salsicha, lingüiça, presunto, mortadela, salame).

Os cardápios são 100% naturais, sendo compostos basicamente por sucos verdes, chás, frutas, saladas, pratos quentes, lanches e sopas. Todos os alimentos inclusos devem ser de baixo índice glicêmico, isto é, os alimentos que compõem o cardápio devem ser aqueles cuja digestão e absorção ocorra lentamente pelo organismo, gerando um aumento pequeno ou gradual da glicemia.

Os sucos detoxificantes garantem a saúde intestinal e fortalecem o sistema imunológico, favorecendo até mesmo a nutrição estética.

Além de todos esses fatores, os cardápios também são elaborados com base nos alimentos que agradam o paladar dos clientes.

A proposta da detox não é de dieta e sim de alimentação saudável, na realidade ela faz parte do processo de reeducação alimentar, é o início de tudo!

A detox tem o poder de fazer com que haja eliminação significativa de peso e também de preparar o organismo para que a continuidade dessa perda de peso ocorra mais facilmente.

Em alguns casos e, somente com o acompanhamento do nutricionista, a suplementação nutricional pode ser necessária.

Outro ponto importante da dieta detox é que ela não é eficaz apenas na perda de peso. Um organismo intoxicado pode dar sinais como dor de cabeça, indigestão, fadiga, dores musculares, tremores e até depressão e com a ajuda de uma dieta detoxificante esses sintomas podem ser minimizados ou eliminados. 

São vários os benefícios, uma vez que você faz com que o seu organismo volte ao equilíbrio natural, certamente ele passará a funcionar melhor, o seu metabolismo ficará mais acelerado e você terá mais energia e disposição.

Beber muita água durante o dia já é um ótimo passo para iniciar o processo detox, uma vez que a água está envolvida em todos os processos metabólicos.

E aí, se animou para começar a faxina interna?

Saiba que apesar da restrição temporária de alguns alimentos, a dieta detox deve fornecer o aporte necessário de energia e de nutrientes que supram as suas necessidades diárias. É por isso que os cardápios devem ser elaborados, respeitando as individualidades de cada pessoa. Somos seres diferentes e temos necessidades nutricionais diferentes, bem como gostos e rotinas distintas e, dessa forma, é importante ter um cardápio desenvolvido para você. Procure um nutricionista!




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06 maio 2013

Uma Outra Forma de Pensar em Relação à Forma Física


Hoje quero mostrar para vocês um outro lado da nutrição, o lado voltado para a psicologia. É que às vezes focamos tanto na dieta e no corpo bonito que, sem perceber, deixamos um pouco de lado a nossa própria saúde e esquecemos de nos ver como seres humanos, ou seja, esquecemos de pensar que somos seres imperfeitos.

Não é de hoje que somos submetidos a um forte apelo pela valorização da estética.

Imagem extraída do Google Imagens
Quantas vezes abrimos as revistas, ligamos a TV, olhamos outdoors pelas ruas e lá estão expostos corpos magérrimos como ideal de perfeição feminina?  Isso sem falar do culto à malhação, afinal é muito fácil vermos imagens que pouco refletem aos padrões reais da grande maioria da população.

É um bombardeio de tratamentos estéticos, academias com treinamentos diferenciados, cremes que reduzem medidas, cirurgias plásticas, suplementos e dietas milagrosas... ufa quantas novidades, não é mesmo?

São tantas informações e novas propostas que, se não tivermos senso crítico, somos influenciados a querer experimentar de tudo, ou pior ainda, começamos a sentir a nossa autoestima despencar.

Quero deixar claro que não estou falando apenas de emagrecimento, estou me referindo à beleza de um modo geral. Quantas pessoas, por exemplo, morrem de medo de envelhecer? Isso é reflexo dos padrões de beleza da atualidade. Está cada vez mais difícil as pessoas aceitarem que o envelhecimento é um processo natural e não há como escapar de ficarmos velhos. Deveríamos ter em mente que a coisa mais importante é envelhecer com saúde, e ponto! Mas não é isso que acontece.

Quem já ouviu falar na ditadura da beleza?

É exatamente ela que está fazendo com que o comportamento humano se transforme e a nossa maneira de pensar mude. Vivemos hoje sob a ditadura do corpo perfeito e a todo o momento surgem novas técnicas e produtos para o corpo que remetem a novos padrões corporais de beleza, que prometem para os indivíduos insatisfeitos com suas formas o caminho para chegarem à perfeição corporal.

E a parte triste dessa história é que se você não estiver dentro desse tipo físico determinado, poderá ser um excluído social.

Mesmo com a correria do dia-a-dia podemos observar que a maioria dos brasileiros deseja estar em forma e busca os mais variados artifícios para conseguir esse corpo ideal. Porém, nessa busca, muitas vezes, os caminhos podem ser controversos.

A primeira coisa a se fazer é avaliar o aspecto psicológico do por que você quer transformar o seu corpo, quais são seus objetivos com essa mudança e, principalmente, qual o desconforto que você tem. Lembrando que esse desconforto pode ser psicológico ou físico.

Na atualidade, verifica-se que o bem-estar físico está em primeiro lugar e só depois vem o bem-estar psicológico, o que é contraditório ao velho ditado popular “mente sã em corpo são”.

É por isso que, de um modo geral, os excessos estão se destacando. Quero dizer que muitas pessoas estão abusando das dietas milagrosas, das fórmulas mágicas de emagrecimento e também estão extrapolando na quantidade de atividade física diária e, talvez por falta de informação nesse sentido, essas pessoas não avaliam o seu próprio biotipo antes de querer mudar o corpo.

Para quem não sabe, biotipo é o mesmo que tipo físico. Cada pessoa tem determinadas características fisiológicas e morfológicas e, sendo assim, exercícios específicos devem ser selecionados para cada tipo físico, o mesmo vale para a alimentação. Isso significa que não basta você dizer que quer ter um corpo igual ao da Gisele Bundchen, por exemplo, se você tem uma estrutura óssea grossa, larga, grande... você não vai conseguir!

Veja exemplos de biotipo na figura abaixo:

Biotipos/ Imagem extraída do Google Imagens


Mas como eu estava dizendo, em um determinado momento os excessos poderão ter uma consequência danosa ao organismo, levando a uma desnutrição silenciosa ou a uma fadiga crônica.

É preciso sempre respeitar o organismo para se obter resultados positivos na modificação corporal. Quem tem como objetivo emagrecer deve ter consciência de que por mais pressa que se tenha, o processo de emagrecimento demora.

Para finalizar, devo dizer que não há nada de errado em procurar estar de bem com a vida e com o seu próprio corpo, mas o importante é fazer isso de forma correta, com boa orientação e no tempo certo.

Vamos utilizar os novos tratamentos estéticos, os exercícios físicos diários e a boa alimentação a nosso favor, assim iremos alcançar nossos objetivos com segurança e de maneira eficaz.

É claro que ter vaidade e se sentir bonito (a) é fundamental, mas é preciso reconhecer que é aceitando as nossas imperfeições como seres humanos que vamos poder nos sentir menos frustrados (as) e mais felizes!  

02 maio 2013

Alimentos Que Ajudam na Prevenção e Tratamento de Doenças Inflamatórias


O processo de inflamação está envolvido em diversas doenças, podendo ser definido como uma resposta do organismo frente a uma infecção ou uma injúria nos tecidos.

 Abrange dois mecanismos de defesa: uma resposta inespecífica, responsável pelas características da região inflamada (vermelhidão, edema, calor, dor e perda de função) e uma resposta imunológica em que o organismo produz anticorpos específicos contra um determinado agente agressor. Nem sempre a resposta inflamatória inicial é suficiente e o processo pode evoluir para um estado de inflamação crônica.

A inflamação crônica é a causa de muitas doenças como, por exemplo, artrite reumatoide, aterosclerose, lúpus, doença de Crohn e por aí vai, a lista é grande!

O fato é que desde a Antiguidade Clássica, existem inúmeros relatos médicos acerca dos efeitos dos alimentos e das dietas na saúde humana. Ao longo dos séculos, vários médicos perceberam que existia relações entre a ingestão de alimentos e as reações inflamatórias e dolorosas.

Há cerca de 2.400 anos atrás, Aristóteles, um dos mais influentes filósofos gregos e considerado o maior pensador de todos os tempos, disse que a Ciência adora surpreender-se com o óbvio.

Ele estava corretíssimo! A prova disso é que nas últimas décadas pudemos presenciar o surgimento de uma enorme quantidade de publicações científicas sobre as propriedades farmacológicas e funcionais dos alimentos, reconhecidas por Universidades do mundo inteiro.

Isso significa que temos muitas informações disponíveis a respeito do papel dos alimentos como remédio e, dessa forma, quando assumimos que um alimento pode atuar como remédio, devemos também reconhecer que os alimentos, nessa condição, podem ter efeitos colaterais indesejáveis.

É por isso que surgiram as dietas restritivas. As dietas restritivas podem ser definidas como sendo planos alimentares desenvolvidos para tratar uma doença específica. Elas são, na realidade, um modelo de alimentação que tem ação terapêutica (dietoterapia).

Voltando a falar das doenças inflamatórias, aqui vai uma boa notícia: a Ciência descobriu propriedades anti-inflamatórias na composição de muitos alimentos e alguns deles funcionam melhor do que remédios, já que não possuem efeitos colaterais.

Aqui está uma lista com alguns dos alimentos anti-inflamatórios para que você possa incluí-los na sua alimentação diária.

Alimentos Anti-inflamatórios
Funções
Peixes (sardinha, arenque, salmão, atum e cavala)
São uma das melhores fontes de ácidos graxos ômega 3, sendo amplamente utilizado no tratamento de doenças inflamatórias.
Cereja
Rica em antocianinas, um potente anti-inflamatório natural.
Abacate
Alimento fonte de ômega 3.
Gengibre
É reconhecido como um potente analgésico natural. O gengibre é indicado para tratar dores nas articulações, osteoartrite, dores musculares, resfriados e até mesmo indigestão.
Alho
Pode reduzir a inflamação e a dor no corpo por conter compostos de enxofre.
Mirtilo
Assim, como a cereja é rico em antocianinas.
Mamão
Contém enzimas e uma série de vitaminas que atuam contra processos inflamatórios.
Vinho tinto, suco de uva concentrado, maçã, amora, chá verde, frutas cítricas, brócolis, entre outros.
São alimentos ricos em flavonoides, substância com efeito anti-inflamatório e analgésico.

Para os praticantes de atividade física é bom lembrar que ao colocar alimentos com propriedades anti-inflamatórias no cardápio, você potencializa a recuperação das fibras musculares e evita lesões, consequentemente melhora o desempenho dos seus treinos.

É importante lembrar também que alguns alimentos ao invés de inibir a inflamação podem fazer o efeito contrário, isto é, auxiliar o desenvolvimento de processos inflamatórios por apresentarem altos índices glicêmicos. Alguns exemplos são: batata, bolo, biscoito, bolacha cream cracker e pão branco.



30 abril 2013

Grão de Bico: O Grão do Bem-Estar!


O grão de bico é uma leguminosa, assim como o feijão, a lentilha e a ervilha. É um alimento fonte de proteínas, carboidratos, minerais, vitaminas e fibras, além de conter diversos compostos bioativos.

É uma verdade que o grão de bico não ocupa uma posição de destaque entre as leguminosas mais populares, mas certamente mudaria o humor de muita gente se fosse consumido com frequência por quem anda meio triste ou deprimido sem motivo aparente.

Isso porque é uma excelente fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina que, por sua vez, é um dos neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem-estar, satisfação e confiança.

A serotonina atua no cérebro e regula o humor, o sono, o apetite, o ritmo cardíaco, a temperatura corporal, a sensibilidade à dor, os movimentos e as funções intelectuais. Hoje, a serotonina já está sendo o alvo da ação dos medicamentos utilizados no tratamento da enxaqueca, geralmente antidepressivos, de forma preventiva. 

Quando os níveis de serotonina estão baixos no organismo é comum sentir mau-humor, sonolência, irritabilidade, vontade de comer a toda hora (principalmente doces), distúrbio de concentração, entre outros.

É exatamente por estes motivos que o grão de bico ficou conhecido como o grão do bem-estar!

Outro diferencial do grão de bico é a ótima disponibilidade de ferro, isso quer dizer que o ferro contido nessa leguminosa é melhor absorvido do que o ferro existente nas outras. O mesmo acontece com as proteínas, que aparecem em quantidades muito superiores às das demais leguminosas e são totalmente digeridas pelo organismo, o que não ocorre com suas parentes.

E os benefícios não param por aí, o grão de bico é rico em fitoestrógenos e por isso já começou a ser utilizado em terapias de reposição hormonal na menopausa. Os fitoestrógenos são também conhecidos como hormônios vegetais e têm se mostrado eficazes na prevenção da osteoporose e também na melhora dos sintomas da TPM.

Além disso, pesquisas têm demonstrado que o consumo de grão de bico também pode reduzir o risco de doenças crônicas. Esse efeito é atribuído à quantidade de fibras, compostos bioativos (especialmente fitoesteróis) e por ser um alimento de baixo índice glicêmico.

Dessa forma, é um alimento útil para diminuir o risco de doenças cardiovasculares, já que os fitoesteróis contribuem para a redução do LDL colesterol no sangue.

Alguns estudos também demonstram que o grão de bico pode ser um bom aliado na hora de perder peso. Os resultados das pesquisas em seres humanos demonstraram que o consumo de grão de bico está associado com a redução de gordura corporal em pessoas obesas e esse fato se dá porque contém substâncias que melhoram o metabolismo das gorduras e também porque é um alimento rico em fibras e, por esta razão, promove a sensação de saciedade e plenitude.

Com tantos benefícios, não perca tempo e inclua já o grão de bico na sua alimentação!

Mas como incluir o grão de bico nas refeições diárias?

É simples, pode ser feito como o feijão, pode ser utilizado em saladas ou em sopas.

Confira a Receita da Salada de Grão de Bico.


Imagem Ilustrativa/ Fonte: Google Imagens
Ingredientes:

200g de grão de bico cozido
1 tomate picado
1 pepino
¼ de cebola picada
1 colher de sobremesa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de cheiro-verde
1 colher de sopa de mostarda (opcional)
Suco de 1 limão
Sal e pimenta a gosto


 

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